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Empresas de Engenharia

Competências comunicacionais

O Engenheiro de Reabilitação deve dispor de competências comunicacionais para:

1 – Avaliar os desejos do cliente e transmiti-los à equipa;

2 – Comunicar com uma vasta gama de pessoas com necessidades especiais, conseguindo que estas se sintam confortáveis para discutir as suas necessidades;

3 – Comunicar informações, ideias, problemas e soluções, tanto a públicos constituídos por especialistas como por não especialistas;

4 – Ensinar e fazer divulgação técnica;

5 – Participar em acções de sensibilização sobre os problemas das pessoas com deficiência e idosos;

6 – Influenciar decisores de empresas, instituições e poderes políticos na adopção dos princípios de acessibilidade em produtos, sistemas, serviços e ambientes;

7 – Partilhar informações e experiência com os seus pares a nível internacional;

8 – Promover a divulgação da importância da Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade.

Fonte Engenharia de Reabilitação

 

Informação útil

 

Competências de intervenção

O Engenheiro de Reabilitação deve dispor de competências profissionais para ser capaz de

1 – Trabalhar numa equipa multidisciplinar com profissionais de engenharia, reabilitação, educação especial, acção social e gestores;

2 – Aplicar os seus conhecimentos e a sua capacidade de compreensão e resolução de problemas em situações novas e não familiares, em contextos alargados e multidisciplinares, ainda que relacionados com a sua área de estudos;

3 – Desenvolver um plano de tecnologias e serviços de reabilitação e acessibilidade realista e concretizável, sem aumentar as expectativas de cliente;

4 – Desenvolver soluções ou emitir juízos sobre questões complexas, incluído reflexões sobre as implicações éticas e sociais que resultem ou condicionem essas soluções ou juízos;

5 – Gerir, participar e controlar processos de fabricação;

6 – Projectar, coordenar, executar e fiscalizar trabalhos de engenharia de reabilitação e design universal de produtos e serviços, incluindo a mobilização e gestão de pessoas, recursos e tempos;

7 – Assegurar direcções técnicas;

8 – Prestar consultoria, assistência técnica e assessoria;

9 – Investigar e aprender novos conhecimentos ao longo da vida nos domínios das engenharias, tecnologias de reabilitação e acessibilidade, com elevado grau de autonomia;

10 – Trabalhar em actividades de normalização, medida e controlo de qualidade;

11 – Executar vistorias de segurança, peritagem, avaliação de equipamentos, auditoria e elaboração de pareceres técnicos;

12 – Assegurar a manutenção de equipamentos;

13 – Avaliar e seleccionar a melhor tecnologia para um indivíduo em particular;

14 – Optimizar condições de trabalho de pessoas com actividade limitada;

15 – Aplicar legislação e normas técnicas relacionadas com ajudas técnicas e acessibilidade.

 

 

 
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